Pular para o conteúdo principal

LATERAIS-DIREITOS PARA 2026: A JORNADA COMEÇA AGORA

A Copa do Mundo de 2022 está chegando e o técnico Tite anunciou oficialmente os 26 nomes que vão defender a Seleção Brasileira no Mundial que será disputado no Catar. Logo após o anúncio, a grande reclamação dos torcedores na internet foi a presença de Daniel Alves entre os escolhidos. Embora a gente precise reconhecer o fenômeno que o lateral foi na sua carreira, também é necessário relembrar o declínio pós-saída da Juventus, com fracassos em São Paulo e Pumas, principalmente.

Altamente criticado no México, Dani está longe do alto nível. Foto: Hector Vivas/Getty Images

Para aumentar a antipatia do torcedor, que desde sempre critica algumas escolhas de Tite, o outro lateral da direita é Danilo, da Juventus, que nunca foi uma unanimidade. Para 2022 é tarde, mas e para 2026? Quais jogadores podem se destacar no próximo ciclo? Elenquei, em ordem alfabética, seis atletas com possibilidades reais de assumirem a lateral-direita da seleção pós-Catar.

1. Dodô (Fiorentina)


2. Emerson Royal (Tottenham)


3. Pepê (Porto)

4. Vinicius Tobias (Girona - pertence ao Real Madrid)

5. Vitinho (Burnley)

6. Yan Couto (Girona - pertence ao Manchester City)



Créditos das seis imagens:
1. Divulgação/Fiorentina
2. Getty Images
3. AFP
4. Divulgação/CBF
5. Getty Images
6. Getty Images

Postagens mais visitadas deste blog

EMIRADOS ESTRANGEIROS UNIDOS: NOVA SELEÇÃO DE FORASTEIROS BUSCA VAGA NA COPA DE 2026

É muito comum, principalmente nos últimos anos, jogadores defenderem países nos quais não nasceram.  Grandes seleções contam com "estrangeiros" no seu elenco, como a Espanha (Huijsen, zagueiro holandês), França (Olise, atacante inglês), Inglaterra (Guéhi, zagueiro marfinense) e Argentina (Simeone, atacante italiano). Até o Brasil, recentemente, teve Andreas Pereira, nascido na Bélgica. Na última Copa do Mundo, a seleção de Marrocos foi assunto pelo vasto número de atletas nascidos na Europa. Porém, a federação dos Emirados Árabes Unidos foi um pouco longe.  No último dia 21 de julho, a lista de convocação do técnico romeno Cosmin Olaroiu contou com 29 nomes para atividades na Áustria, entre o fim de julho e começo de agosto.  Desses, 20 não nasceram no país. Diferente dos casos citados acima, a imensa maioria não possuía ligação alguma com o país até alguns anos atrás.  Isso é fruto de um projeto iniciado em 2019. Comandante do Sharjah, Cosmin Olaroiu foi escolhido p...

CHEGOU A HORA DE MUDAR O NOSSO FUTEBOL

Perder revelações e destaques do time no meio da temporada, estar ao contrário de quem rege o mundo do futebol nos dias de hoje. Esse é o cotidiano do ultrapassado futebol brasileiro que, a cada ano mais, apequena-se diante do europeu e começa a ficar atrás até de outros centros, como o mexicano, que consegue atrair jogadores do Velho Continente à sua liga com bem mais facilidade. É forte dizer isso, mas a pandemia pode ter sido a melhor oportunidade nos últimos tempos para o futebol brasileiro reinventar a sua estrutura. E não falo apenas do nosso calendário ser igual ao europeu, mas dos nossos campeonatos necessitarem de uma fórmula que abranja mais times. Em 2020, a Copa do Brasil está sendo disputada por 91 equipes, já contando as 11 que entrarão nas oitavas. Somando as quatro divisões nacionais, 128 clubes têm algum tipo de calendário após os Estaduais. Vamos usar a Inglaterra, um país com pouco mais de ¼ da nossa população, como exemplo: a FA Cup abrange mais de 700 times e ...

MONSOON: A ESTREIA EM BUSCA DE VOOS AINDA MAIS ALTOS

A primeira divisão do Campeonato Gaúcho de 2025 traz uma novidade das mais interessantes: o Monsoon. Desde a sua fundação, no ano de 2021, o clube de Porto Alegre já conta com resultados expressivos nas divisões de acesso do futebol do Rio Grande do Sul. A equipe conta com o aporte de investidores internacionais, sob a batuta do indiano Sumant Sharma, empresário do ramo de tecnologia e CEO do clube. A ideia do Monsoon teve importante participação do empresário gaúcho Lucas Pires, que possui ligações com o MMA e é o presidente do clube-empresa, que busca, além do sucesso esportivo, a valorização e formação de jovens talentos. Um degrau importante na consolidação do projeto é fazer um bom Gauchão para ter calendário nacional em 2026. O Rio Grande do Sul conta com três vagas na Série D (oriundas do Estadual) e cinco na Copa do Brasil (quatro do Gauchão mais o campeão da Copa FGF). Dos 12 times da elite gaúcha, Inter, Grêmio e Juventude estão na Série A, enquanto Ypiranga e Caxias estão na...